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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A Opção Preferencial pela Iniquidade

Caro leitor, irmão no Batismo: estamos a 10 dias do 1º turno das eleições 2010. Nesta altura do campeonato, não há nada a fazer que mude o cenário político nacional e do Rio Grande do Sul. Somente uma intervenção divina, um milagre poderá salvar o nosso Brasil. Mas nenhum milagre acontecerá a essa nação pecadora: "Eis um povo transviado, seu coração não conheceu os meus caminhos!" O povo brasileiro escolheu o seu caminho, traiu as suas origens e tradições cristãs, optando pelo "novo" e pela autosuficiência de conquistar o paraíso aqui na terra. Mas você, Católico Apostólico Romano fiel a Tradição Apostólica e ao Evangelho de Jesus Cristo, não vai manchar a sua conduta com este povo transviado. Nesta eleição, não a jeito: ou o mal menor ou o inferno! Até mesmo aqueles que se dizem cristãos, apoiam a cartilha sanguinária do governo. Então devemos nesta eleição votar no mal menor, naquele que a gente sabe que não é o ideal mas que não apoiará o aborto, o comunismo, o casamento homossexual e etc... Infelizmente, aqui no RS não temos um Paes de Lira para nos defender.

Venho fazer um apelo: não devemos votar naqueles que vão seguir a cartilha do governo, mesmo que seu passado seja brilhante ou se é da oposição. Não devemos votar em petistascomunistas e feministas, sejam de qual for o partido ou ideologia a que pertençam. Eles já fizeram a opção preferencial pela iniquidade!
Nós ainda, podemos optar pela opção preferencial pelos pobres ou pela opção preferencial por Jesus Cristo, mas não sejamos ignorantes, não optamos pela iniquidade! "Pois a inteligência nos torna bons e a ignorância nos torna maus". (Casa Jorge Kalil)

Se bem que o PSOL, defende tão bem a opção de cada um, opção pela imoralidade, pelo comunismo, pelo aborto, pelo homossexualismo e pela inquidadenada nos impede de optarmos por Jesus Cristo, pela família e pela vida, nem que custe o nosso sangue!

Abaixo coloco o video da opção preferencial pela iniquidade: 


sábado, 31 de julho de 2010

Padre Paulo Ricardo detona protestante no Escola da Fé















Bem feito! Desta vez, o herege protestante se deu mal!

Da próxima vez, que ele mande o Edir Macedo ou o Silas Malafaia estudar a Bíblia, ignorante!

Temos que dar Graças a Deus, que o Sacerdote que estava no programa não era nada mais, nada menos que o PADRE PAULO RICARDO DE AZEVEDO JÚNIOR, porque se fosse qualquer outro, ou até mesmo o "Doutor Herege", ou o "Favo de Mel", só seria lero-lero e puxa-saquismo de protestante, como: "são nossos irmãos na Fé"; "aprendemos muitas coisas com eles" ou ainda: A Igreja "é tão humana, tão divina" e etc...

Viva a Sagrada Tradição e o Magistério Apostólico!
Que formou a Sagrada Escritura, pela qual acreditamos que "FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO"!

domingo, 11 de julho de 2010

RCC acompanhada e bem orientada

O Site da Diocese de Frederico Westphalen do nosso querido Bispo Dom Antônio Carlos Rossi Keller anuncia a presença do Bispo no Celebrando Pentecostes, da TV Canção Nova nos dias 30, 31 de julho e 1º de agosto de 2010, na cidade de Santo Augusto- RS.

Penso, que no caso da Diocese de Frederico Westphalen com Dom Antônio, a Renovação Carismática, aí sim bem orientada e acompanhada pelo magistério da Igreja e pelos seus próprios documentos (sim, a Renovação recebe toda a formação e orientação da Igreja, eles é que não cumprem!) produza frutos de conversão e santidade conduzindo ao Catolicismo, livre de quaisquer ABERRAÇÕES E ABUSOS LITÚRGICOS.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Papa celebra Missa "Versus Deum" na Capela Sistina

Em contra partida aquela Missa celebrada naquele dia no Brasil, o Papa Bento XVI celebrou na Capela Sistina, a Festa do Batismo do Senhor, com a celebração do Batismo das crianças. A Missa, como tradição, foi celebrada no Altar-mor dedicado, junto a parede, sendo celebrantes e fiéis voltados ao crucifixo em direção ao afresco do juízo final de Michelangelo. Bento XVI, celebra nessa posição desde 2008. A Celebração "Versus Deum- ad orientem" tem um significado muito especial para a espiritualidade litúrgica. A Missa "de frente para Deus, ao oriente" não é uma mera posição geográfica, é mais do que isso: significa que sacerdote e povo estão a caminho rumo a terra prometida. O oriente é o lugar do sol nascente, símbolo de Cristo Ressuscitado. É também o local do Calvário, a terra do Sacrifício. Assim como os muçulmanos rezam em direção à Meca e os judeus à Jerusalém, também nós cristãos rezamos em direção à Jerusalém, cidade sagrada. Conforme salienta em seu livro "Introdução ao Espírito da Liturgia", o Cardeal Ratzinger, atual Papa Bento XVI afirma que a posição "Versus Deum" dá a impressão de uma comunidade aberta para a frente e para o alto, enquanto a celebração "versus populum" é um círculo fechado em si mesmo.
Infelizmente, após o Concílio Vaticano II, nos anos que se seguiram a reforma, houve um completo mal entendido sobre a construção dos altares separados das paredes e das basílicas romanas. O Missal queria que os altares fossem separados dos retábulos justamente para que se pudessem incensá-los em toda volta. Ao longo da IGMR, várias vezes encontramos a expressão "o sacerdote deve voltar-se para o povo", dando a entender que o sacerdote estava voltado para o altar. A posição "versus Deum" é a orientação de toda a liturgia a Deus e da comunidade que espera a sua volta.
Mesmo na celebração "versus populum" a liturgia se orienta para Deus. Para melhor expressar essa orientação do sacerdote e do povo, deve-se colocar sempre que possível, um crucifixo sobre o altar suficientemente grande, voltado para o celebrante, para que toda a assembleia possa enxergar o centro da oração. Povo e sacerdote olham juntos de ambos os lados para o crucificado. Conforme, Bento XVI o crucifixo não cria nenhum obstáculo a visão do sacerdote ou ao diálogo, pois o importante não é o diálogo entre o povo e o sacerdote, mas o olhar para o Senhor.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

DISCURSO DO SANTO PADRE BENTO XVI AOS BISPOS DOS REGIONAIS SUL 3 E SUL 4 DA CNBB EM VISITA "AD LIMINA APOSTOLORUM"

Sala do Consistório Sábado, 5 de Dezembro de 2009

Venerados Irmãos no Episcopado,
Dou as boas-vindas e saúdo a todos e cada um de vós, ao receber-vos colegialmente no quadro da vossa visita ad limina. Agradeço a Dom Murilo Krieger as expressões de devotada estima que me dirigiu em nome de todos vós e do povo confiado aos vossos cuidados pastorais nos Regionais Sul 3 e 4, expondo também os seus desafios e esperanças. Ouvindo estas coisas, sinto elevarem-se do meu coração ações de graças ao Senhor pelo dom da fé misericordiosamente concedido às vossas comunidades eclesiais e por elas zelosamente conservado e arduamente transmitido, em obediência ao mandato que Jesus nos deixou de levar a sua Boa Nova a toda a criatura, procurando impregnar de humanismo cristão a cultura atual.
Referindo-me à cultura, o pensamento dirige-se para dois lugares clássicos onde a mesma se forma e comunica – a universidade e a escola –, fixando a atenção principalmente nas comunidades acadêmicas que nasceram à sombra do humanismo cristão e nele se inspiram, honrando-se do nome «católicas». Ora «é precisamente na referência explícita e compartilhada de todos os membros da comunidade escolar – embora em graus diversos – à visão cristã que a escola é “católica”, já que nela os princípios evangélicos tornam-se normas educativas, motivações interiores e metas finais» (Congr. para a Educação Católica, Doc. A escola católica, n. 34). Possa ela, numa convicta sinergia com as famílias e com a comunidade eclesial, promover aquela unidade entre fé, cultura e vida que constitui a finalidade fundamental da educação cristã.
Entretanto também as escolas estatais, segundo diversas formas e modos, podem ser ajudadas na sua tarefa educativa pela presença de professores crentes – em primeiro lugar, mas não exclusivamente, os professores de religião católica – e de alunos formados cristãmente, assim como pela colaboração das famílias e pela própria comunidade cristã. Com efeito, uma sadia laicidade da escola não implica a negação da transcendência, nem uma mera neutralidade face àqueles requisitos e valores morais que se encontram na base de uma autêntica formação da pessoa, incluindo a educação religiosa.
A escola católica não pode ser pensada nem vive separada das outras instituições educativas. Está ao serviço da sociedade: desempenha uma função pública e um serviço de pública utilidade, não reservado apenas aos católicos, mas aberto a todos os que queiram usufruir de uma proposta educativa qualificada. O problema da sua paridade jurídica e econômica com a escola estatal só poderá ser corretamente impostado se partirmos do reconhecimento do papel primário das famílias e subsidiário das outras instituições educativas. Lê-se no artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos do Homem: «Os pais têm direito de prioridade na escolha do gênero de educação a ser ministrada aos próprios filhos». O empenho plurissecular da escola católica situa-se nesta direção, impelido por uma força ainda mais radical, ou seja, a força que faz de Cristo o centro do processo educativo.
Este processo, que tem início nas escolas primária e secundária, realiza-se de modo mais alto e especializado nas universidades. A Igreja foi sempre solidária com a universidade e com a sua vocação de conduzir o homem aos mais altos níveis do conhecimento da verdade e do domínio do mundo em todos os seus aspectos. Apraz-me tributar aqui a mais viva gratidão eclesial às diversas congregações religiosas que entre vós fundaram e suportam renomadas universidades, lembrando-lhes, porém, que estas não são uma propriedade de quem as fundou ou de quem as freqüenta, mas expressão da Igreja e do seu patrimônio de fé.
Neste sentido, amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55). Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz.
Venerados Irmãos no episcopado, na união a Cristo precede-nos e guia-nos a Virgem Maria, tão amada e venerada nas vossas dioceses e por todo o Brasil. Nela encontramos, pura e não deformada, a verdadeira essência da Igreja e assim, através dela, aprendemos a conhecer e a amar o mistério da Igreja que vive na história, sentimo-nos profundamente uma parte dela, tornamo-nos por nossa vez «almas eclesiais», aprendendo a resistir àquela «secularização interna» que ameaça a Igreja e os seus ensinamentos.
Enquanto peço ao Senhor que derrame a abundância da sua luz sobre todo o mundo brasileiro da escola, confio os seus protagonistas à proteção da Virgem Santíssima e concedo a vós, aos vossos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, aos leigos empenhados, e a todos os fiéis das vossas dioceses paterna Bênção Apostólica.

© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana
FONTE: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2009/december/documents/hf_ben-xvi_spe_20091205_ad-limina-brasile_po.html

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Visita "ad limina apostolorum"




Semana que vem será a vez do meu bispo, Dom José Mário Ströher, que é presidente regional da CNBB com os demais bispos do Rio Grande do Sul (Regional Sul 3) a terem audiência com o Santo Padre. Estou ansioso sobre o que o Papa falará a eles.


Esta foto ao lado eu salvei do site da diocese, que atualmente não está funcionando. Essa deve ter sido a primeira visita "ad limina" de dom José Mário com o Papa João Paulo II. Existe uma outra foto do bispo com o Papa em 1997, da festa da Cátedra de São Pedro. Esta última se encontra em todas as paróquias de Rio Grande. E também a sua última viagem a Roma em janeiro de 2008 com o Papa Bento XVI.


Engraçado que quando os bispos se apresentam diante do chefão, eles põem a fada. Nada de "comunhão, participação e blábláblá". São todos ortoxos, um grupo chegou até celebrar "Versus Deum", vejam:


Hehe... desta vez se deram mal. Os bispos do sul 1, sim, esses mesmos de São Paulo aonde a libertinagem litúrgica rola solta, aonde se "celebra a vida e a realidade do povo", um desses nega dogmamente a Missa Tridentina para osa fiéis, foram obrigados a celebrar de costas para o povo, tudo porque na Basílica de Santa Maria Maior não tem um altar "Versus Populum". Que duro golpe!

Agora eu pergunto: Por que eles não cebraram a Missa Afro? Por que não celebraram uma Missa de Cura e Libertação? Por que não celebraram uma Missa do estilo TL, com uma vela só no altar, a cruz fora do presbitério e os padres só de estolinha? Será que o Santo Padre ficaria chocado? Por que esconder a espiritualidade e a cultura do povo brasileiro?

Me preocupa essa dupla característica dos bispos brasileiros. O que será que vai escrito no relatório entregue ao Vaticano? Só Deus e o Papa sabem...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Domingo será o encerramento do ano Litúrgico


Próximo domingo, dia 22, será a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Esta festa criada pelo Papa Pio XI, evoca a realeza de Cristo sobre todas as coisas. É a festa da parusia, quando o Rei, supremo Senhor julgará todas as coisas. Esta festa outrora no Rito Antigo era celebrada no final de outubro e com a reforma do Vaticano II, passou-se a se celebrar no último domingo do Tempo Comum, como encerramento do Ano Litúrgico. A Festa de Cristo Rei, abre espaço para o Advento e as comemorações natalinas.


Nesse dia, embora esteja esquecido, é celebrado o canto do Te Deum á tarde diante do Santíssimo Sacramento e se faz o Ato de Consagração do Genero Humano ao Sagrado Coração de Jesus. E ganha-se a Indulgencia Plenária. Mais do que uma simples solenidade litúrgica, ela tem muita importancia nas nossas vidas. É a festa do Rei da nossa vida, do nosso coração, da nossa cidade, do nosso país, enfim de todo o universo. Por isso nada mais justo cantar o Te Deum de Ação de Graças e consagrar nosso genero humano ao seu Sagrado coração. Quem dara que todas as paróquias e comunidades fizessem o Rito do Te Deum!

sexta-feira, 13 de março de 2009

SIM, SIM! e NÃO, NÃO!

É de assustar como os nossos ministros, especialmente padres e bispos se intimidam diante da sociedade. São poucos os corajosos como o padre Wagner e Dom José Sobrinho. A grande maioria parece estar vivendo a SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, ou coisa parecida. Tem medo de dizer a verdade, pricipalmente à políticos e à mídia.
Ontem a CNBB, através de Dom Geraldo Lyrio Rocha (presidente) e Dom Dimas Lara Barbosa (secretário geral)publicaram uma nota explicando o caso da excomunhão da menina de nove anos que foi estuprada pelo padrasto. No ponto de vista canônico, a CNBB não cometeu nenhum erro. O arcebispo não excomungou ninguém, ele apenas anunciou uma pena, ou seja, a conseqüência que aquele pecado trazia pelo código da Igreja. Mas o problema é que mais uma vez a CNBB caiu no SUBJETIVISMO, quando Dom Dimas disse que "provavelmente as pessoas não estão excomungadas" e "que depende do grau de consciência de casa um".
Ora, ora, sabemos que não existe pecado quando não há conhecimento. Mas para lá, ninguém é burrinho pra não saber que matar é pecado gravíssimo. Todo mundo sabe que o aborto, o assassinato é um ato condenado pela Igreja, portanto, conhecendo a opinião da Igreja há pecado.
O papel desta instituição, é esclarecer o povo brasileiro sobre a doutrina católica, defender os valores cristãos na sociedade e promover as causas comuns entre as dioceses. No entanto, este órgão FUNCIONA COMO UM "SINDICATO PÚBLICO". Na maioria das vezes a CNBB ao invés de esclarecer, confunde, complica mais as coisas. Gosta de fazer pastoral para tudo (que até ajuda), mas isso quando não se infiltra progressistas e teólogos da libertação para burlar a DOUTRINA DO MAGISTÉRIO. Por que ainda, a CNBB não criou uma Pastoral dos Coroinhas? Porque eles são crianças, não precisam de evangelização? Por que também não criou uma Pastoral especial para o Sumorum Pontificum? Para ninguém pedir a Missa Tridentina, uma coisa "ultrapassada"? Cadê a liberdade religiosa neste aspectos? Vale lembrar que a CNBB não faz parte da hierárquia, ninguém é obrigado a acatar as suas decisões, ela é um órgão consultativo.
Ela deu a entender à mídia que o Arcebispo não excomungou (como de fato) que a excomunhão não existiu. Existiu sim, pelo código da igreja. Como diz o blog Igreja Una é o "dito pelo não dito" fala-se uma coisa e se entende outra. Sempre foi assim com a CNBB e sempre será. Desde a reforma conciliar, que as pessoas vem interpretando mal a Igreja, por causa dela. "Não é bem assim." E sem contar as manias.
Para encerrar não adianta virem "os regionalistas afirmando que a Igreja aqui é mais 'solidária' com os oprimidos, mais 'humana e sensível' que a Americana, etc! A lei canônica é uma só, para americanos, europeus e brasileiros." http://igrejauna.blogspot.com/
Pois é, deixo bem claro que não tenho nada contra este órgão, mas para ser fiel a Jesus Cristo, não se pode agradar a Deus e aos homens. Se continuar assim, o que será de nós no fim dos tempos? Precisamos de santos pastores, que carregam sua cruz, lutem pela verdade, e se for preciso derramem seu sangue, "pois quem me negar diante dos homens, eu o negarei diante do meu pai".

quinta-feira, 12 de março de 2009

CARTA A PROPÓSITO DA REMISSÃO DA EXCOMUNHÃO AOS QUATRO BISPOS CONSAGRADOS PELO ARCEBISPO LEFEBVRE


Por Papa Bento XVI
Fonte: Santa Sé


Amados Irmãos no ministério episcopal!
A remissão da excomunhão aos quatro Bispos, consagrados no ano de 1988 pelo Arcebispo Lefebvre sem mandato da Santa Sé, por variadas razões suscitou, dentro e fora da Igreja Católica, uma discussão de tal veemência como desde há muito tempo não se tinha experiência. Muitos Bispos sentiram-se perplexos perante um facto que se verificou inesperadamente e era difícil de enquadrar positivamente nas questões e nas tarefas actuais da Igreja. Embora muitos Bispos e fiéis estivessem, em linha de princípio, dispostos a considerar positivamente a decisão do Papa pela reconciliação, contra isso levantava-se a questão acerca da conveniência de semelhante gesto quando comparado com as verdadeiras urgências duma vida de fé no nosso tempo. Ao contrário, alguns grupos acusavam abertamente o Papa de querer voltar atrás, para antes do Concílio: desencadeou-se assim um avalanche de protestos, cujo azedume revelava feridas que remontavam mais além do momento. Por isso senti-me impelido a dirigir-vos, amados Irmãos, uma palavra esclarecedora, que pretende ajudar a compreender as intenções que me guiaram a mim e aos órgãos competentes da Santa Sé ao dar este passo. Espero deste modo contribuir para a paz na Igreja.









Uma contrariedade que eu não podia prever foi o facto de o caso Williamson se ter sobreposto à remissão da excomunhão. O gesto discreto de misericórdia para com quatro Bispos, ordenados válida mas não legitimamente, de improviso apareceu como algo completamente diverso: como um desmentido da reconciliação entre cristãos e judeus e, consequentemente, como a revogação de quanto, nesta matéria, o Concílio tinha deixado claro para o caminho da Igreja. E assim o convite à reconciliação com um grupo eclesial implicado num processo de separação transformou-se no seu contrário: uma aparente inversão de marcha relativamente a todos os passos de reconciliação entre cristãos e judeus feitos a partir do Concílio – passos esses cuja adopção e promoção tinham sido, desde o início, um objectivo do meu trabalho teológico pessoal. O facto de que esta sobreposição de dois processos contrapostos se tenha verificado e que durante algum tempo tenha perturbado a paz entre cristãos e judeus e mesmo a paz no seio da Igreja, posso apenas deplorá-lo profundamente. Disseram-me que o acompanhar com atenção as notícias ao nosso alcance na internet teria permitido chegar tempestivamente ao conhecimento do problema. Fica-me a lição de que, para o futuro, na Santa Sé deveremos prestar mais atenção a esta fonte de notícias. Fiquei triste pelo facto de inclusive católicos, que no fundo poderiam saber melhor como tudo se desenrola, se sentirem no dever de atacar-me e com uma virulência de lança em riste. Por isso mesmo sinto-me ainda mais agradecido aos amigos judeus que ajudaram a eliminar prontamente o equívoco e a restabelecer aquela atmosfera de amizade e confiança que, durante todo o período do meu pontificado – tal como no tempo do Papa João Paulo II –, existiu e, graças a Deus, continua a existir.
Outro erro, que lamento sinceramente, consiste no facto de não terem sido ilustrados de modo suficientemente claro, no momento da publicação, o alcance e os limites do provimento de 21 de Janeiro de 2009. A excomunhão atinge pessoas, não instituições. Um ordenação episcopal sem o mandato pontifício significa o perigo de um cisma, porque põe em questão a unidade do colégio episcopal com o Papa. Por isso a Igreja tem de reagir com a punição mais severa, a excomunhão, a fim de chamar as pessoas assim punidas ao arrependimento e ao regresso à unidade. Passados vinte anos daquelas ordenações, tal objectivo infelizmente ainda não foi alcançado. A remissão da excomunhão tem em vista a mesma finalidade que pretende a punição: convidar uma vez mais os quatro Bispos ao regresso. Este gesto tornara-se possível depois que os interessados exprimiram o seu reconhecimento, em linha de princípio, do Papa e da sua potestade de Pastor, embora com reservas em matéria de obediência à sua autoridade doutrinal e à do Concílio. E isto traz-me de volta à distinção entre pessoa e instituição. A remissão da excomunhão era um provimento no âmbito da disciplina eclesiástica: as pessoas ficavam libertas do peso de consciência constituído pela punição eclesiástica mais grave. É preciso distinguir este nível disciplinar do âmbito doutrinal. O facto de a Fraternidade São Pio X não possuir uma posição canónica na Igreja não se baseia, ao fim e ao cabo, em razões disciplinares mas doutrinais. Enquanto a Fraternidade não tiver uma posição canónica na Igreja, também os seus ministros não exercem ministérios legítimos na Igreja. Por conseguinte, é necessário distinguir o nível disciplinar, que diz respeito às pessoas enquanto tais, do nível doutrinal em que estão em questão o ministério e a instituição. Especificando uma vez mais: enquanto as questões relativas à doutrina não forem esclarecidas, a Fraternidade não possui qualquer estado canónico na Igreja, e os seus ministros – embora tenham sido libertos da punição eclesiástica – não exercem de modo legítimo qualquer ministério na Igreja.

À luz desta situação, é minha intenção unir, futuramente, a Comissão Pontifícia «Ecclesia Dei» – instituição competente desde 1988 para as comunidades e pessoas que, saídas da Fraternidade São Pio X ou de idênticas agregações, queiram voltar à plena comunhão com o Papa – à Congregação para a Doutrina da Fé. Deste modo torna-se claro que os problemas, que agora se devem tratar, são de natureza essencialmente doutrinal e dizem respeito sobretudo à aceitação do Concílio Vaticano II e do magistério pós-conciliar dos Papas. Os organismos colegiais pelos quais a Congregação estuda as questões que se lhe apresentam (especialmente a habitual reunião dos Cardeais às quartas-feiras e a Plenária anual ou bienal) garantem o envolvimento dos Prefeitos de várias Congregações romanas e dos representantes do episcopado mundial nas decisões a tomar. Não se pode congelar a autoridade magisterial da Igreja no ano de 1962: isto deve ser bem claro para a Fraternidade. Mas, a alguns daqueles que se destacam como grandes defensores do Concílio, deve também ser lembrado que o Vaticano II traz consigo toda a história doutrinal da Igreja. Quem quiser ser obediente ao Concílio, deve aceitar a fé professada no decurso dos séculos e não pode cortar as raízes de que vive a árvore.
Dito isto, espero, amados Irmãos, que tenham ficado claros tanto o significado positivo como os limites do provimento de 21 de Janeiro de 2009. Mas resta a questão: Tal provimento era necessário? Constituía verdadeiramente uma prioridade? Não há porventura coisas muito mais importantes? Certamente existem coisas mais importantes e mais urgentes. Penso ter evidenciado as prioridades do meu Pontificado nos discursos que pronunciei nos seus primórdios. Aquilo que disse então permanece inalteradamente a minha linha orientadora. A primeira prioridade para o Sucessor de Pedro foi fixada pelo Senhor, no Cenáculo, de maneira inequivocável: «Tu (…) confirma os teus irmãos» (Lc 22, 32). O próprio Pedro formulou, de um modo novo, esta prioridade na sua primeira Carta: «Estai sempre prontos a responder (…) a todo aquele que vos perguntar a razão da esperança que está em vós» (1 Ped 3, 15). No nosso tempo em que a fé, em vastas zonas da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento, a prioridade que está acima de todas é tornar Deus presente neste mundo e abrir aos homens o acesso a Deus. Não a um deus qualquer, mas àquele Deus que falou no Sinai; àquele Deus cujo rosto reconhecemos no amor levado até ao extremo (cf. Jo 13, 1) em Jesus Cristo crucificado e ressuscitado. O verdadeiro problema neste momento da nossa história é que Deus possa desaparecer do horizonte dos homens e que, com o apagar-se da luz vinda de Deus, a humanidade seja surpreendida pela falta de orientação, cujos efeitos destrutivos se manifestam cada vez mais.
Conduzir os homens para Deus, para o Deus que fala na Bíblia: tal é a prioridade suprema e fundamental da Igreja e do Sucessor de Pedro neste tempo. Segue-se daqui, como consequência lógica, que devemos ter a peito a unidade dos crentes. De facto, a sua desunião, a sua contraposição interna põe em dúvida a credibilidade do seu falar de Deus. Por isso, o esforço em prol do testemunho comum de fé dos cristãos – em prol do ecumenismo – está incluído na prioridade suprema. A isto vem juntar-se a necessidade de que todos aqueles que crêem em Deus procurem juntos a paz, tentem aproximar-se uns dos outros a fim de caminharem juntos – embora na diversidade das suas imagens de Deus – para a fonte da Luz: é isto o diálogo inter-religioso. Quem anuncia Deus como Amor levado «até ao extremo» deve dar testemunho do amor: dedicar-se com amor aos doentes, afastar o ódio e a inimizade, tal é a dimensão social da fé cristã, de que falei na Encíclica Deus caritas est.


Em conclusão, se o árduo empenho em prol da fé, da esperança e do amor no mundo constitui neste momento (e, de formas diversas, sempre) a verdadeira prioridade para a Igreja, então fazem parte dele também as pequenas e médias reconciliações. O facto que o gesto submisso duma mão estendida tenha dado origem a um grande rumor, transformando-se precisamente assim no contrário duma reconciliação é um dado que devemos registar. Mas eu pergunto agora: Verdadeiramente era e é errado ir, mesmo neste caso, ao encontro do irmão que «tem alguma coisa contra ti» (cf. Mt 5, 23s) e procurar a reconciliação? Não deve porventura a própria sociedade civil tentar prevenir as radicalizações e reintegrar os seus eventuais aderentes – na medida do possível – nas grandes forças que plasmam a vida social, para evitar a segregação deles com todas as suas consequências? Poderá ser totalmente errado o facto de se empenhar na dissolução de endurecimentos e de restrições, de modo a dar espaço a quanto nisso haja de positivo e de recuperável para o conjunto? Eu mesmo constatei, nos anos posteriores a 1988, como, graças ao seu regresso, se modificara o clima interno de comunidades antes separadas de Roma; como o regresso na grande e ampla Igreja comum fizera de tal modo superar posições unilaterais e abrandar inflexibilidades que depois resultaram forças positivas para o conjunto. Poderá deixar-nos totalmente indiferentes uma comunidade onde se encontram 491 sacerdotes, 215 seminaristas, 6 seminários, 88 escolas, 2 institutos universitários, 117 irmãos, 164 irmãs e milhares de fiéis? Verdadeiramente devemos com toda a tranquilidade deixá-los andar à deriva longe da Igreja? Penso, por exemplo, nos 491 sacerdotes: não podemos conhecer toda a trama das suas motivações; mas penso que não se teriam decidido pelo sacerdócio, se, a par de diversos elementos vesgos e combalidos, não tivesse havido o amor por Cristo e a vontade de anunciá-Lo e, com Ele, o Deus vivo. Poderemos nós simplesmente excluí-los, enquanto representantes de um grupo marginal radical, da busca da reconciliação e da unidade? E depois que será deles?

É certo que, desde há muito tempo e novamente nesta ocasião concreta, ouvimos da boca de representantes daquela comunidade muitas coisas dissonantes: sobranceria e presunção, fixação em pontos unilaterais, etc. Em abono da verdade, devo acrescentar que também recebi uma série de comoventes testemunhos de gratidão, nos quais se vislumbrava uma abertura dos corações. Mas não deveria a grande Igreja permitir-se também de ser generosa, ciente da concepção ampla e fecunda que possui, ciente da promessa que lhe foi feita? Não deveremos nós, como bons educadores, ser capazes também de não reparar em diversas coisas não boas e diligenciar por arrastar para fora de mesquinhices? E não deveremos porventura admitir que, em ambientes da Igreja, também surgiu qualquer dissonância? Às vezes fica-se com a impressão de que a nossa sociedade tenha necessidade pelo menos de um grupo ao qual não conceda qualquer tolerância, contra o qual seja possível tranquilamente arremeter-se com aversão. E se alguém ousa aproximar-se do mesmo – do Papa, neste caso – perde também o direito à tolerância e pode de igual modo ser tratado com aversão sem temor nem decência.

Amados Irmãos, nos dias em que me veio à mente escrever-vos esta carta, deu-se o caso de, no Seminário Romano, ter de interpretar e comentar o texto de Gal 5, 13-15. Notei com surpresa o carácter imediato com que estas frases nos falam do momento actual: «Não abuseis da liberdade como pretexto para viverdes segundo a carne; mas, pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, porque toda a lei se resume nesta palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais mutuamente, tomai cuidado em não vos destruirdes uns aos outros». Sempre tive a propensão de considerar esta frase como um daqueles exageros retóricos que às vezes se encontram em São Paulo. E, sob certos aspectos, pode ser assim. Mas, infelizmente, este «morder e devorar» existe também hoje na Igreja como expressão duma liberdade mal interpretada. Porventura será motivo de surpresa saber que nós também não somos melhores do que os Gálatas? Que pelo menos estamos ameaçados pelas mesmas tentações? Que temos de aprender sempre de novo o recto uso da liberdade? E que devemos aprender sem cessar a prioridade suprema: o amor? No dia em que falei disto no Seminário Maior, celebrava-se em Roma a festa de Nossa Senhora da Confiança. De facto, Maria ensina-nos a confiança. Conduz-nos ao Filho, de Quem todos nós podemos fiar-nos. Ele guiar-nos-á, mesmo em tempos turbulentos. Deste modo quero agradecer de coração aos numerosos Bispos que, neste período, me deram comoventes provas de confiança e afecto, e sobretudo me asseguraram a sua oração. Este agradecimento vale também para todos os fiéis que, neste tempo, testemunharam a sua inalterável fidelidade para com o Sucessor de São Pedro. O Senhor nos proteja a todos nós e nos conduza pelo caminho da paz. Tais são os votos que espontaneamente me brotam do coração neste início da Quaresma, tempo litúrgico particularmente favorável à purificação interior, que nos convida a todos a olhar com renovada esperança para a meta luminosa da Páscoa.

Com uma especial Bênção Apostólica, me confirmo
Vosso no Senhor


BENEDICTUS PP. XVI











Vaticano, 10 de Março de 2009.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Mais uma vez o pecado brada o céu!

Abaixo, coloco a notícia de última hora do jornal o globo. Mais uma vez, ONGs e profissionais da saúde traem a sua missão que é guardar e zelar pela vida desde "a concepção até a morte natural"!
http://oglobo.globo.com/pais/cidades/mat/2009/03/04/menina-de-9-anos-estuprada-por-padrasto-submetida-aborto-em-recife-754680349.asp
O aborto é passível de excomunhão latae sententiae, ou seja, automática. Claro que a criança que não teve opção de escolha e estava disposta a criar a criança na sua mais pura inocência. Pobre criança! Além de carregar os traumas dos abusos do padrasto, ainda vai carregar o drama de não ter carregado, visto, criado, dar a luz o seu primeiro bebê. Resta-nos a oração a esta criança, o acompanhamento da Igreja neste caso (que já está sendo feito pelo arcebispo Dom José Cardoso Sobrinho) e o longo tratamento psicológico.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

TEMPUS QUADRAGESIMAE- É tempo de reviver o Sacrifício!







Com a celebração das cinzas a Igreja abre o Tempo da Quaresma. Tempo de penitência e conversão. A Igreja, segundo o evangelho nos oferece o jejum, a esmola e a oração como remédio contra o pecado.



A Liturgia desta 4ª feira de cinzas, nos fala sobre a conversão, "o momento favorável, o dia da salvação" e a hipocrisia dos fariseus. Jesus no evangelho vai nos falar que "ao orar, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu pai que está oculto" e que "quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste, como os hipócritas". Será que é pecado rezar na Igreja?

Jesus insiste é na SINCERIDADE DE CORAÇÃO. A leitura da profecia de Joel, manda reunir as crianças, congregar a assembléia, ou seja, LITURGIA! A penitência comunitária se exprime na AÇÃO LITÚRGICA DO POVO DE DEUS. Mas é preciso vivenciar o SAGRADO, A EXPERIÊNCIA DE UM DEUS MISERICORDIOSO QUE SE DOA NO SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA! O sofrimento de um ímpio é castigo, é desespero. Agora, um sofrimento COM DEUS, É UM SACRIFÍCIO DE LOUVOR E DE ALEGRIA PELA SALVAÇÃO.

O Cântico de Jeremias das Laudes de hoje, fala: "Conhecemos nossas culpas e as de nossos ancestrais, pois pecamos contra vós." Assim como o Advento, a Quaresma se reveste de dupla característica: conversão pessoal e comunitária. Pedimos perdão pelos nossos próprios pecados, pedimos perdão pelos erros que nós- OS FILHOS DA IGREJA- cometem na evangelização. Todas às vezes em que nós litugistas, sacerdotes e pastores se omitem no ANÚNCIO DA VERDADE E NA APLICAÇÃO DA LEI. E ISSO COMEÇA NA LITURGIA! E o cântico relata a desgraça do povo hebreu "foi ferida gravemente a virgem filha do meu povo!" O salmo 99 (100) canta o rebanho do Senhor.

Assim, como a CAMPANHA DA FRATERNIDADE que é algo social, assim nós de MODO ESPIRITUAL E PRÁTICO, vamos viver a "LEX ORANDI", não procuando a "MASSA", mas sim procurando transmitir o DEPÓSITO DA FÉ, comtemplando-a no SILÊNCIO DO CORAÇÃO, tornando as nossas comunidades UNA, SANTA E ROMANA.

É TEMPO DE REVIVER O SANTO SACRIFÍCIO!




Façamos de nossas celebrações um VERDADEIRO SACRIFÍCIO DE LOUVOR!